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Hidrovia levará benefícios do polo naval para o interior

28 de dezembro de 2011

       Uma empresa que percebeu as oportunidades que a malha hidroviária oferece é a Iesa Óleo & Gás que está se instalando no município de Charqueadas. A companhia se integrará ao polo naval e produzirá módulos equipamentos para plataformas na cidade, de onde é possível chegar ao porto de Rio Grande pelo rio Jacuí.

       Coester revela que outros grupos estão avaliando as vantagens de irem para a região. Existe ainda a probabilidade de que uma fabricante de motores marítimos de grande porte venha a atuar no Estado. O dirigente lembra que se trata de esquipamentos que podem pesar mais de 300 toneladas e que dificilmente conseguiriam ser transportados pelo modal rodoviário. “A hidrovia, mais uma vez, é o caminho”, defende.

      De acordo com Coester, o foco do governo estadual no próximo ano estará na atração de fabricantes de equipamentos que são fornecedores dos estaleiros. “A meta é trazer essas empresas intermediárias porque o Rio Grande do Sul começa a se apresentar como um destino interessante”, enfatiza.

       O diretor da Revista Conexão Marítima e ex-superintendente do porto de Rio Grande, Jayme Ramis, acredita que o tamanho do polo naval fará com que cidades próximas a Rio Grande também aproveitem as oportunidades econômicas geradas. Ele aponta que as maiores dificuldades concentram-se justamente na demanda que o polo naval exige, devido aos volumes de negócios que estão sendo feitos e nas contrapartidas que a região pode dar. “Há o problema da capacitação, não temos hoje mão de obra suficiente”, alerta Ramis.

       O dirigente comenta que, normalmente, as funções dentro da construção naval exigem conhecimento técnico para atuação em áreas como soldagem, mecânica, entre outras. “É impossível essa região sozinha suprir essa demanda toda”, admite Ramis.

 

Fonte: Jornal do Comércio (28/12/2011)

Natal 2011 na Escola da Vida

23 de dezembro de 2011

____Dia 22/12 o grupo voluntário Aliança Solidária participou do Natal da ONG Movimento Escola da Vida. Além de disponibilizar brinquedos como uma cama elástica e uma piscina de bolinhas para o divertimento das crianças, um dos integrantes do grupo vestiu-se de Papai Noel e entregou presentes as crianças, alegrando ainda mais esse dia tão especial para elas.

Aliança Solidária

Navegação Aliança é destaque no PGQP 2011

23 de dezembro de 2011

____Assista a entrevista do Diretor Operacional da Navegação Aliança, Ático Scherer, durante o evento de reconhecimento das empresas participantes no Sistema de Avaliação da Gestão (SAG) 2011 do PGQP, realizado no dia 07 de dezembro, no auditório do SETCERGS.

Entrevista com o Diretor Operacional da Navegação Aliança, Ático Scherer

Navegação Aliança é reconhecida pela participação no Sistema de Avaliação da Gestão (SAG) 2011 do PGQP

13 de dezembro de 2011

____O Comitê Setorial de Transportes Multimodais promoveu na quarta-feira,  dia 07 de dezembro, no auditório do SETCERGS, com apoio da Federação das Empresas de Transportes Rodoviários do RS (FETERGS) e da Federação das Empresas de Logística e Transporte de Cargas no RS (FETRANSUL) a Cerimônia de Reconhecimento das empresas aderidas ao comitê que participaram do Sistema de Avaliação da Gestão (SAG) 2011, do Programa Gaúcho da Qualidade e Produtividade (PGQP). A Navegação Aliança, representada pelo seu Diretor Operacional Ático Scherer e por funcionários integrantes do Comitê da Qualidade da organização foi uma das empresas reconhecidas na cerimônia.

Ático Scherer, Diretor Operacional da Navegação Aliança e Paulo Henrique de Jesus, Piloto da Embarcação Trevo Norte

 ____O Comitê Setorial de Transportes Multimodais homenageou as 36 empresas do setor de cargas, passageiros e de outros modais que aplicaram o Sistema de Avaliação da Gestão (SAG) nas suas organizações.

____O coordenador executivo do Programa Gaúcho de Qualidade e Produtividade (PGQP), Luiz Idelbrando Pierry, o presidente do SETCERGS, José Carlos Silvano, o presidente da FETERGS, Victorino Aldo Saccol e o presidente do Comitê Setorial de Transportes Multimodais, Marcos Saccol foram responsáveis pela entrega dos Troféus de Reconhecimento as empresas, entre elas, a Navegação Aliança, que também foi lembrada pela conquista da Medalha de Bronze no Prêmio Qualidade RS 2011 do PGQP. Também mereceu distinção um colaborador de cada empresa por seu desempenho em prol da qualidade em 2011. Na Navegação Aliança, a colaboradora Patrícia Guedes foi homenageada.

Patrícia Guedes, funcionária homenageada e Ático Scherer, Diretor Operacional da Navegação Aliança

Estudo multidisciplinar viabiliza projetos

22 de novembro de 2011

_______Antes de iniciar a avaliação e instalação de uma torre de medição, o CE-Eólica faz um estudo preliminar de prospecção, utilizando como referência as coordenadas do local (latitude e longitude). Em cerca de 30 dias, é possível verificar um histórico de ventos com base em dados meteorológicos da região. “Um dos requisitos iniciais é que o local não esteja dentro de uma área de preservação ambienta. A universidade tem a vantagem de oferecer estudos multidisciplinares, em parceria com as Faculdades de Biociências, Direito, Engenharia e Administração, Contabilidade e Economia (Face)”, conta o coordenador do Centro, professor Jorge Alé. Com a Biociência, pode ser feitos estudos de impacto ambiental. A Faculdade de Direito pode ajudar na parte jurídica, auxiliando a fazer um contrato de arrendamento, caso haja interesse por parte de outas empresas no local. A parte de viabilidade econômica é de competência da Face; e a Engenharia dá orientação relativa à conexão com a rede elétrica.
_______Existe grande demanda para esse tipo de estudo. Além de propriedades rurais, o CE-Eólica auxilia empresas e instituições que o procuram. Para a CEEE, por exemplo, realizou uma grande pesquisa sobre a caracterização dos ventos em vários lugares do Rio Grande do Sul. Foi realizado também um estudo para a empresa Trevisa, por meio da sua controlada Trevo Florestal. No estudo de potencial eólico foi incluída uma avaliação sobre o clima, fauna, flora e potencial eólico de uma áreas próxima à Reserva Ecológica do Taim, no Rio Grande. Os resultados do local foram muito positivos, apontando que a qualidade de geração de energia ali é equivalente ao parque eólico de Osório.
_______De três anos para cá, o uso de energia eólica tem despertado um interesse crescente também na área urbana, onde é possível utilizar aerogeradores diferenciados, de eixo vertical. “Está se criando um mercado, mas a medição é bem diferente, depende de vários fatores, como a posição do prédio. Na zona rural é bem mais fácil o uso de energia eólica, pois há menos obstrução e a velocidade do vento é maior”, diz Alé.
_______Um dos objetivos do Centro, para os próximos anos, e também se aproximar mais para realizar projetos com as empresas que desenvolvem e fabricam equipamentos utilizados na geração de energia eólica, buscando parcerias. Com projetos do CNPq, o CE-Eólica realiza capacitação laboratorial e busca acreditação junto ao Inmetro para ensaios de aerogeradores e calibração de anemômetros.

Matéria publicada na revista PUC-RS Informação

Edição nº 157 – Ano XXXIII

Novembro-Dezembro/2011

Semana da Marinha – Dia do Marinheiro

16 de novembro de 2011

A Navegação Aliança patrocina a Semana da Marinha – Dia do Marinheiro

A exposição ocorrerá no Barra Shopping Sul, em Porto Alegre

Endereço: Av. Diário de Notícias, 300, bairro Cristal.
Período: 08 a 11 de dezembro de 2011

Dos puertos serán construidos en la cuenca de la Laguna Merín

14 de novembro de 2011

URUGUAY – BRASIL

MONTEVIDEO, 11 Nov ( UYPRESS) – El ministro de Ganadería, Tabaré Aguerre, reveló que se recibieron propuestas para la construcción de dos puertos privados en Laguna Merín, uno en Tacuarí , Cerro Largo; y otro en Charqueada ,Treinta y Tres.

Esto proyectos permitirán consolidar el desarrollo de la hidrovía Brasil – Uruguay, a través de un polo de integración productiva que abaratará costos en el transporte para una región de neta matriz agrícola y pecuaria.

Aguerre agregó que se realizó en Porto Alegre, en ocasión del viaje del Presidente Mújica, una reunión de trabajo con el objetivo de vincular a quienes son los protagonistas de este emprendimiento en la cuenca de la Laguna Merín.

En el encuentro participaron empresarios, clientes, representantes de la Intendencias de Cerro Largo y la de Treinta y Tres y el superintendente de Río Branco, cuyo puerto sería el punto de conexión para el uso comercial de esta vía fluvial.

El titular de Ganadería destacó que el encuentro permitió realizar una puesta a punto y establecer el estado actual de las gestiones realizadas, los aspectos por definir por los Gobiernos de Uruguay y Brasil, por el sector empresarial, las autorizaciones ambientales y el posible financiamiento de este ambicioso emprendimiento en la cuenca de la Laguna Merín.

Aguerre manifestó que este proyecto es una definición estratégica de integración entre Uruguay y Brasil, que está basada en la complementación de dos regiones a través de un sistema de puertos, que le permitiría a esta región consolidar el desarrollo agrícola, especialmente para la producción de granos, forraje, oleaginosos, madera y pórtland que tendrán con estos puertos una vía de salida abaratando costos en el transporte y disponer de una salida más rápida de la producción desde Cerro Largo o Treinta y Tres a los puertos de Nueva Palmira o Montevideo.

Indicó que esta ventaja es uno de los componentes que a la postre terminan definiendo la viabilidad de un emprendimiento de esta naturaleza. Agregó que otro componente clave de estas plataformas logísticas en Merín, es el desarrollo de obras de infraestructura y negocios asociados.

A modo de ejemplo, señaló que si se está planteando instalar una planta de biodiesel en la zona a partir de la soja, es necesario pensar en un plan de negocios que considere rubros agrícolas que estarían en rotación con la soja, para que de esa manera se pueda generar la necesaria sustentabilidad en el desarrollo económico comercial de esta zona del país.

Recordó que todo el proyecto implicará realizar obras de dragado de poco volumen del lado uruguayo y un canal de navegación a través del Canal San Gonzalo, la Laguna de los Patos, Puerto Río Grande y Puerto Estrella.

Para concluir agregó que la inversión de todo este megaemprendimiento productivo será analizada en el seno de la comisión técnico-mixta de la Cuenca de Laguna Merín, para profundizar los acuerdos que permitan consolidar este nuevo escenario de integración entre Uruguay y Brasil.

Enrique Martínez – ex La Charquedada

Fonte: http://www.uypress.net/uc_21753_1.html

Nuevo impulso a hidrovía en cuenca de laguna Merín

26 de setembro de 2011

Dragado. Se reunieron delegaciones de Brasil y Uruguay

TREINTA Y TRES | MARCO RIVERO

Hay expectativa por la ejecución de los trabajos que facilitarán la navegación binacional en la cuenca de la laguna Merín y cuya puesta en marcha está prevista para el primer semestre del año próximo.

La navegabilidad de la hidrovía que conforman las lagunas Merín y de los Patos y sus principales afluentes -entre ellos los ríos uruguayos Cebollatí y Tacuarí- acaparó la agenda en el primer encuentro de las comisiones mixtas de las cuencas de la laguna Merín y el río Cua-reim, reactivadas formalmente por los gobiernos de Uruguay y Brasil.

Las delegaciones uruguayas en ambas comisiones las preside Daniel Bentancur.

El ministro interino de Relaciones Exteriores, Roberto Conde, quien concurrió al cierre del encuentro en la casa de la cultura de Treinta y Tres, indicó que “estamos en pleno impulso de las tareas de ejecución del Tratado que hemos firmado con Brasil, de navegación de la cuenca de la laguna Merín (…). En el horizonte inmediato tenemos tareas concretas en cuanto a la navegación: hacer el estudio de batimetría de la laguna, realizar el balizamiento, establecer el proyecto de dragado, etcétera. Son tareas técnicas muy complejas pero hemos empezado el trabajo”.

La apertura del canal navegable tiene pendiente aún la aprobación de ciertos trámites ante el ministerio brasileño de medio ambiente y el posterior llamado a licitación para el dragado del trecho norteño, que será ejecutado por vía estatal. Estos procesos se completarán en los próximos meses, con la intención de dar inicio al dragado en el transcurso de 2012, transmitió la presidenta de la delegación brasileña, Claudia Freire Dos Santos.

También hay algunos trámites por completar para que se habilite la presencia de las dragas brasileñas en territorio nacional, donde las obras serán contratadas por las empresas que llevan adelante los proyectos de terminales portuarias: Fadisol en el Tacuarí y Timonsur en el Cebollatí.

AVANCES. Los responsables de ambos proyectos hicieron una presentación en Charqueada ante las autoridades.

Sus iniciativas tienen diferente grado de avance: Fadisol todavía no cuenta con los permisos de Hidrografía y Dinama, mientras que Timonsur ya estaría en condiciones de comenzar las obras de la terminal.

Sin embargo todavía está pendiente la autorización de Hidrografía para el dragado del Cebollatí, que esperan le sea otorgada en el breve plazo, según indicó el vocero, capitán Juan José Mazzeo.

Desde el punto de vista formal tras la reactivación de la Comisión de la Laguna Merín está pendiente la oficialización de la Comisión Técnica de la Hidrovía, cuyos miembros ya están designados por ambos países.

Las partes ya han mantenido una primera reunión a mediados de este año y tienen fijada la segunda para el 20 de octubre en la ciudad de Pelotas, en el vecino Estado de Río Grande do Sul.

Roberto Conde: “Se están dando pasos para ejecutar el tratado firmado con Brasil”.

Fonte: http://www.elpais.com.uy/110919/pnacio-594252/nacional/nuevo-impulso-a-hidrovia-en-cuenca-de-laguna-merin/

Univates e Navegação Aliança firmam parceria

19 de setembro de 2011

Univates e Navegação Aliança firmam parceria


A Univates participou, na última quinta-feira, dia 15, de reunião com a Navegação Aliança, que resultou no acordo do Protocolo de Intenções, firmado no município de Taquari. A parceria permite desenvolver ações conjuntas, como realização de trabalhos no estaleiro da navegação e elaboração de projetos dos cursos de Engenharia da Univates, além de oportunidades para os cursos de Administração, Comércio Exterior, Relações Internacionais e Logística.

A reunião contou com a presença do pró-reitor de Pesquisa, Extensão e Pós-Graduação da Univates, Claus Haetinger; da coordenadora do Escritório de Relações com o Mercado (ERM), Cristiani Reimers; do assessor para Desenvolvimento Regional da Univates, Marcos Turatti; e dos diretores da Navegação Aliança, Ático Scherer e Jorge Lindemann.

A Navegação Aliança opera desde a década de 50 no setor de Logística de transportes hidroviários do Rio Grande do Sul, em portos e terminais. Entre eles, destacam-se Rio Grande, Porto Alegre, Estrela e Taquari. Controlada pela Trevisa Investimentos, a Navegação Aliança mantém o foco no transporte de granéis sólidos, insumos e produtos.

Texto: Tuane Eggers

Fonte: http://www.univates.br/noticias/9675:univates-e-navegacao-alianca-firmam-parceria

Navegação Aliança Recebe Prêmio PGQP 2011

28 de junho de 2011

 

              Sempre dedicada aos seus clientes, fornecedores e colaboradores, prestando serviços pautados pela Qualidade, Saúde e Segurança e com seu Sistema de Gestão certificado pelas normas ISO 9001 e OHSAS 18001, a Navegação Aliança vem participando desde 2009 do Programa Gaúcho da Qualidade e Produtividade (PGQP), através do Sistema de Avaliação e do Prêmio Qualidade RS. Esta participação vem ao encontro de sua Visão, Missão e Valores.

              Em conseqüência da aplicação da melhoria contínua e do amadurecimento de seu Sistema de Gestão, a Navegação Aliança conquistou a Medalha de Bronze do Prêmio Qualidade RS 2011 do PGQP. A conquista do prêmio, considerado o “Oscar da Qualidade”, é o reconhecimento do trabalho de equipe desempenhado pelos colaboradores, bem como resultado da parceria com os clientes e fornecedores que também contribuíram para esta conquista.

               Esta premiação é um incentivo pela continuidade da busca pela melhoria contínua de nossos processos e serviços!

               Acesse o site do PGQP: http://www.mbc.org.br/mbc/pgqp/index.php?option=com_noticia&task=noticias_detalhes&Itemid=38&id=12012

Smec entrega obra de escola no Taim

8 de junho de 2011

Foi realizada, na manhã da última segunda-feira, 30, a inauguração oficial das obras de reforma e ampliação da Escola Municipal de Ensino Fundamental Alba Anselmo Olinto, localizada no Taim. As obras foram realizadas em parceria entre a Trevo Florestal, que doou todo o material, e a Smec, que investiu R$ 40 mil em mão-de-obra.

A escola, fundada em 15 de julho de 1975, atualmente, atende alunos do 1º ao 4º ano do Ensino Fundamental, em dois turnos. A instituição está localizada no km 99 da BR-471. O local foi totalmente reconstruído, sendo o pavilhão de madeira substituído por um de alvenaria com: duas salas de aula, sanitários, refeitório e dispensa.

Em seu pronunciamento, a diretora da escola, Marilice Bilifel, falou sobre a alegria de realizar um sonho antigo daquela comunidade, em melhorar a estrutura do local para professores e alunos. Também destacou a parceria com a empresa Trevo Florestal que, segundo ela, enxerga e valoriza a importância da escola para a localidade do Taim. A filha de Alba Olinto, Maria Tereza Anselmo Olinto, falou sobre a grata homenagem póstuma à sua mãe e da alegria por esse reconhecimento por parte da Smec e da comunidade do Taim.

Durante a cerimônia, o secretário Claudio Nunes presenteou a diretora da escola com um quadro contendo uma fotografia de Alba. Já seus familiares presentes receberam dos alunos da escola uma placa em forma de homenagem. Na ocasião, também foi entregue simbolicamente aos alunos o novo uniforme escolar dado pela Smec aos estudantes da rede municipal. Por fim, houve o descerramento da placa inaugural das obras e um almoço de confraternização reunindo todos os participantes do ato comemorativo.

Escola atende alunos do 1º ao 4º ano do Ensino Fundamental

 

Fonte: Jornal Agora 1/6/2011

Hidrovias ajudam a reduzir os gases do efeito estufa.

10 de março de 2011

 

Com o interesse de aproveitar o apelo ambiental, as empresas transportadoras de cargas por hidrovias divulgam as vantagens das suas operações em relação ao modal rodoviário. A Navegação Aliança é um exemplo disso. A atividade da companhia proporcionou a redução de 53.456,59 toneladas de CO2 equivalente em relação ao que seria gerado pela movimentação de produtos por caminhões.

A empresa contratou a Enerbio Consultoria, especializada em projetos de créditos de carbono e sustentabilidade, para realizar esse levantamento. O diretor da Enerbio, Eduardo Baltar, salienta que o trabalho apontou oportunidades fi nanceiras para a Navegação Aliança, com o ingresso no mercado de carbono, e possibilidades de ganhos na imagem da companhia.

O executivo lembra que recentemente a Organização das Nações Unidas (ONU) aprovou uma metodologia que fornece créditos de carbono para empresas que realizem investimentos visando à substituição do modal rodoviário pelo hidroviário, marítimo ou ferroviário.

No entanto, Baltar reitera que é preciso fazer um investimento na infraestrutura ou na ampliação e melhoria da capacidade do transporte. Por exemplo, se uma companhia investir em um terminal hidroviário que possibilite que determinada movimentação de grãos deixe de ser feita pelas rodovias e passe para as hidrovias, a troca pode gerar crédito de carbono. O benefício somente é concedido a iniciativas que contribuam para o meio ambiente e que não são viáveis economicamente sem esse apoio.

 

Baltar revela que a Navegação Aliança está analisando oportunidades tanto para o próprio grupo quanto para seus clientes. A companhia possui uma frota de 16 embarcações com capacidade estática de 51 mil toneladas de carga, que corresponde à capacidade de cerca de 2,5 mil caminhões. O diretor da Navegação Aliança, Jorge Lindemann, lembra que a retirada desses veículos da rodovia reduz o impacto ambiental e as possibilidades de acidentes. No ano passado, a empresa transportou cerca de 2,5 milhões de toneladas em cargas.

Lindemann enfatiza que não é somente na movimentação de produtos que as embarcações podem ser ecologicamente corretas. O Frederico Madörin, último navio inaugurado pela Navegação Aliança, utiliza internamente material reciclado, como placas de forração fabricadas com caixas de leite longa-vida e tecido de lona de caminhão. Para o diretor, com o passar do tempo, a hidrovia assumirá um papel de maior destaque por conta dessa questão ambiental.

 

Fonte: Jornal do Comércio, 10 de Março de 2011.

Brasil: Hidrovias ganham novos contornos em 2011.

4 de março de 2011

Notícia publicada no Site InfoSurHoy.com:

http://www.infosurhoy.com/cocoon/saii/xhtml/pt/features/saii/features/economy/2011/03/01/feature-03 

Governo federal estuda alternativas de estímulo ao transporte aquaviário.

Por Cristine Pires para Infosurhoy.com – 01/03/2011

“O Ministério dos Transportes sinalizou que este será o ano das hidrovias”, comemora Ático Scherer, diretor operacional da Navegação Aliança, empresa que atua no Sul do Brasil no transporte fluvial. “A expectativa é positiva, pois parece que o governo federal vai agir mais no transporte aquaviário.”

 

O Ministério dos Transportes confirmou ao Infosurhoy.com a importância das hidrovias e informou que tem discutido permanentemente com o Palácio do Planalto as obras do Programa de Acelaração do Crescimento (PAC).

O PAC 2 prevê a destinação de R$ 2,7 bilhões para construção de 7 hidrovias e 34 terminais.

José Renato Ribas Fialho, da Superintendência de Navegação Interior da Antaq, diz que a agência está elaborando um amplo estudo sobre as hidrovias brasileiras e que há outro em execução pelo Ministério do Transporte.

O potencial dos quase 48.000 km de rios navegáveis e quase 7.000 km de costas marítimas do Brasil é praticamente inexplorado, dizem especialistas.

O resultado? Apenas cerca de 13% das cargas são transportadas em navios, segundo a Confederação Nacional dos Transportes (CNT).

“Quando passamos a levantar projetos interessantes no setor hidroviário para o PAC 2 descobrimos que não havia”, diz Fialho. “Se houvesse, o valor destinado poderia ter sido maior. Esse tempo todo sem investimento no setor resultou em perda de conhecimento, de pessoal, de empresas, de projetos e de obras.”

Os estudos da Antaq e do DNIT devem apontar obras prioritárias para o setor aquaviário, segundo reportagem do jornal Valor Econômico de 23 de fevereiro.

No primeiro momento, o foco será a melhoria, e não a extensão dos trechos.

 

Modal é subutilizado no país.

Os únicos produtos transportados de forma intensiva nas hidrovias são os derivados de petróleo, devido aos investimentos da Petrobras em terminais nos diversos estados costeiros, além da frota de navios petroleiros da estatal, segundo o Instituto de Pesquisa de Economia Aplicada (Ipea).

Estudo do Ipea diz ainda que, para transformar rios em hidrovias, são necessárias obras de engenharia como dragagem (retirada de terra do fundo do rio para deixá-lo operacional a navios e barcos de maior porte e calado) e correção de cursos para ampliar a navegabilidade dos rios.

“Os transportes aquaviários são ideais para grandes volumes de produtos com baixo valor agregado, como os grãos, minérios e combustíveis”, completa Fialho. “Com o crescimento desses três produtos, dificilmente as nossas malhas ferroviária e rodoviária vão poder atender a demanda. Não só em função da capacidade, mas também dos custos.”

Com rios altamente navegáveis, sem necessidade de altos investimentos, a região Amazônica é a única do país que aproveita o transporte aquaviário, diz Fialho.

Mas a carência de hidrovias nas demais regiões do país aumenta até mesmo os custos de produção de commodities de peso na balança comercial brasileira. É o caso da soja, no norte do Mato Grosso, completa Fialho.

“A produtividade é uma das maiores do mundo, mas o produtor é penalizado com o custo do transporte excessivamente alto”, acrescenta. “Eles têm que levar a carga por caminhões até os portos. Um trecho hidroviário ligando as regiões Norte e Centro-Oeste para substituir a parte rodoviária pode baratear muito o custo com transporte.”

Mesmo com tantas vantagens em termos de custos, o transporte aquaviário afundou nas últimas décadas.

“Tivemos um período de crescimento da indústria naval nas décadas de 70 e 80, mas, de 1990 para cá, tivemos um declínio a partir do governo [do ex-presidente Fernando] Collor [de Melo]”, recorda Meton Soares, presidente da Federação Nacional das Empresas de Navegação Marítima, Fluvial, Lacustre e de Tráfego Portuário (Fenavega) e vice-presidente da CNT. “O resultado é que quase não se veem navios brasileiros trafegando em linhas internacionais.”

O abandono da frota mercante nacional é tão grave quanto a falta de investimentos no transporte aquaviário, completa Soares.

“Não estamos nos contrapondo à ação da bandeira estrangeira, mas à ausência do empresariado brasileiro na política do transporte aquaviário”, esclarece.

O Brasil chegou a transportar a 47% de sua carga em embarcações de bandeira brasileira nas décadas de 70 e 80. Hoje, esse percentual não chega a 1%, segundo dados da Fenavega.

 

Transporte integrado é a solução.

O chamado transporte integrado – utilização complementar de rodovias, ferrovias e hidrovias – é a alternativa ideal para um país com dimensões continentais como o Brasil, afirma a Fenavega.

“O que impede que o modal hidroviário avance nesse cenário é a burocracia que envolve sua expansão”, adverte Paulo Caleffi, secretário-geral da Câmara Interamericana de Transporte (CIT).

O uso das águas é controlado por duas agências nacionais, a Antaq e a Agência Nacional de Águas (ANA).

“Quanto ao uso das águas dos rios, é dada prioridade às hidrelétricas quando se constrói, sem que tenha previsão de manter o transporte hidroviário”, explica Caleffi. “Isso acaba inviabilizando esse modal, que é o mais econômico para o país.”

Exemplos bem-sucedidos no transporte hidroviário devem ser levados em consideração, completa Caleffi.

Uma das iniciativas exitosas é o transporte de mais de 30.000 toneladas de grãos por ano entre Porto Velho-Itacoatiara e Santarém, na Região Norte, reduzindo o tráfego rodoviário até os portos de Paranaguá (PR) Santos (SP).

 

Melhorias estimulam investimentos.

O principal obstáculo ao livre trânsito nas hidrovias é a dragagem.

“Os terminais não estão adequados para a necessidade atual. Praticamente não há investimentos”, diz Ático Scherer, diretor operacional da Navegação Aliança, empresa do grupo Trevisa que trabalha com uma frota de 16 embarcações no Rio Grande do Sul.

Outro fator preocupante, diz Scherer, é a falta de mão de obra qualificada.

“Alguns negócios não saem porque não se tem acesso ao porto”, conta Scherer. “É uma série de problemas que impedem a navegação.”

Também foi a falta de oportunidades que fez o transporte de passageiros por meio fluvial ficar abandonado por décadas entre as cidades de Porto Alegre e Guaíba, no Rio Grande do Sul.

Depois de 50 anos inoperante, o trecho de 15 km será explorado pela Catsul, empresa do grupo Ouro e Prata.

A Ouro e Prata opera com a Tapajós no Norte do país, onde transporta cerca de 250.000 pessoas no Pará, entre Santarém e cidades vizinhas – 10 vezes mais passageiros do que em 2007, quando começou a operar com apenas duas embarcações. Atualmente são seis.

O motivo de tanto crescimento? Investimento.

“Lá, este é o único meio de transporte, por isso é tão forte”, destaca Carlos Augusto Bernaud, diretor operacional da Catsul. “Resolvemos investir e entramos com equipamentos modernos e rápidos.”

A previsão para a linha Porto Alegre-Guaíba é chegar a dois 2.000 passageiros por dia no médio prazo. As passagens devem custar entre R$ 6,00 e R$ 7,00.

Mas o principal atrativo será o tempo do trajeto pelas águas do rio Guaíba: 20 minutos contra mais de uma hora por terra em horários de pico.

Nelza Oliveira colaborou do Rio de Janeiro.

Navegação Aliança reduz aproximadamente 53 mil toneladas de carbono em 2010.

25 de janeiro de 2011

As atividades de transporte de carga da Navegação Aliança proporcionaram, em 2010, a redução de 53.456,59 toneladas de CO2e. Esse montante reduzido corresponde às emissões que seriam proporcionadas pelo transporte de cargas por caminhões, meio mais utilizado no Brasil.

O transporte por hidrovia emite menos quantidade de gases do efeito estufa em relação ao modal rodoviário. Diante desse fato, a ONU aprovou recentemente uma metodologia que fornece créditos de carbono para empresas que realizem investimentos visando à substituição do modal rodoviário pelo modal hidroviário.

A Navegação Aliança contratou a Enerbio Consultoria, empresa especializada em projetos de créditos de carbono e sustentabilidade, para realizar esse estudo. As reduções de emissões geradas pela empresa foram calculadas segundo a metodologia da ONU.

A Navegação Aliança, empresa do grupo gaúcho TREVISA, é um dos principais atores no setor de logística de transporte hidroviário do Rio Grande do Sul com liderança no transporte de granéis sólidos na Bacia do Sudeste. Conta com uma frota própria de 16 embarcações com capacidade estática de 51 mil toneladas de carga.

Comprometida com a sustentabilidade, a Navegação Aliança está mensurando as suas emissões de gases do efeito estufa e avaliando possibilidades no mercado de carbono.

 

Fonte: http://www.intelog.net

Navegação Aliança em São Lourenço do Sul

28 de dezembro de 2010


Fonte: O Lourenciano – São Lourenço do Sul – quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Navegação Aliança recebe troféu por sua participação no Sistema de Avaliação do PGQP

17 de dezembro de 2010

 

 

A Navegação Aliança recebeu na cerimônia realizada dia 10/12/10 no Comitê Setorial de Transportes Multimodais – SETCERGS, o troféu de reconhecimento por sua participação no Sistema de Avaliação do Programa Gaúcho da Qualidade e Produtividade – PGQP. A avaliação ocorreu no mês de outubro nas instalações do Escritório Central coordenada pelo Comitê da Qualidade.  

Nesta mesma cerimônia, o funcionário Pedro Bidart da Silva foi o colaborador homenageado por sua dedicação e empenho nos assuntos ligados à Qualidade. 

    

 

 

Com o objetivo de manter a aplicação da melhoria contínua o Comitê da Qualidade está elaborando um cronograma de atividades para 2011 junto às demais áreas.

 

Comitê da Qualidade:

 

        

Reunião de empresários e políticos marca o início da campanha pelos portos de Montenegro e Caí

15 de dezembro de 2010

 

Na noite da última sexta-feira a idéia de construir um ou mais portos no rio Caí deixou de ser teoria para transformar-se num projeto. Por sinal, um projeto extremamente viável.

 A proposta

Barcos grandes podem navegar de Montenegro até Rio Grande levando cerca de 200 containers, com um custo muito menor do que as empresas pagam hoje para levar de caminhão.

A redução de custos é enorme, pois só de pedágio um caminhão paga R$ 400,00 para levar um container. E os barcos não pagam pedágio. Mas não é só isso. O gasto com mão de obra também é incomparavelmente menor, assim como o de combustível e manutenção dos veículos. O preço do seguro também cai tremendamente. E ainda existem enormes vantagens do ponto de vista ambiental, pela diminuição na emissão de gases poluentes na atmosfera. E tem ainda a vantagem de diminuir o congestionamento do trânsito na Grande Porto Alegre e a necessidade de realização de obras para contornar este problema. Inclusive uma nova ponte no Guaíba.

Tantas vantagens podem ser obtidas por um custo extremamente baixo, sendo que o maior obstáculo está na ferroviária que existe sobre o rio Caí perto de Canoas e do Polo Petroquímico.

Construída há cem anos, esta ponte impediu – desde então – o desenvolvimento da navegação no rio Caí. Ela foi feita muito baixa, impedindo a passagem de barcos grandes pelo local.

A ponte teria de passar por uma adaptação, tornando-a levadiça ou giratória, de modo a permitir tanto a passagem de trens como a de barcos.

Para que a navegação se torne viável até São Sebastião do Caí, seria necessária a realização de mais uma obra: a construção de uma barragem com eclusa, para aumentar o nível das águas até a cidade, permitindo a passagem de barcos pela barragem.

A construção desta barragem também é bastante viável, até porque ela poderia ser aproveitada para geração de energia elétrica.

Um porto em São Sebastião do Caí teria a vantagem de captar cargas da região serrana (Caxias, Farroupilha, Bento…).

 

A reunião

Todas estas questões foram discutidas na reunião da última sexta-feira, que contou com a participação de pessoas importantes. Além de Cláudio Vogel (o promotor do encontro), outros empresários importantes, como Marcos Oderich e Gerson Veit estiveram presentes, manifestando a importância que atribuem à navegação para o desenvolvimento do país e das suas empresas.

Um grande destaque do encontro foi a presença de três representantes das empresas de navegação Aliança e Petrosul: Ático Scherer, João e Alberto Difini.

Com o conhecimento prático que têm, Ático, João e Alberto forneceram muitos dados preciosos e se colocaram à disposição para colaborar com o projeto. Segundo eles, a navegação no Caí é extremamente viável, mas é necessário sensibilizar o poder público, que ainda não despertou para a necessidade de investir na navegação.

Os três confirmaram a opinião também expressa pelos empresários presentes de que, se isso não for feito, o Brasil não terá condições de competir com a China e outros países que estão investindo em infraestrutura.

Embora esta tenha sido uma reunião inicial, ela poderá significar o início de um trabalho capapaz de resultar num enorme impulso para a economia regional.

 

 

Fonte:   http://www.fatonovo.com.br

 

Sindarsul critica filas de navios em Rio Grande.

11 de novembro de 2010

Fonte: Jornal do Comércio – Porto Alegre – quinta-feira, 28 de Outubro de 2010.

Túnel do Tempo.

29 de outubro de 2010

Foto publicada no jornal Zero Hora do dia 26/10/2010 que conta um pouco da história do transporte de passageiros por hidrovia no Vale do Taquari.

SPH defende investimentos na hidrovia do Mercosul.

21 de outubro de 2010

 

Matéria publicada na Revista Conexão Marítima, ano 10 edição 67.


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